Depois de seguidos beijos úmidos
Que seguem de tua orelha ao umbigo
Um figo resolvi comer.
E como não remeter a imagem da fruta crua
Ao teu sexo que segue livre no teu corpo nu.
Se de costas se prontifica e relaxada ficam
Em ângulo suficientes as ancas
Meus dedos fazem-se ágeis no teu grelo
Em lisa siririca
Enquanto bruto ao rego lúbrico
Encurvo num vai e nem fica a inquieta pica.
Valdemir Guimarães
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