terça-feira, 4 de julho de 2017

Teus seios murcharam, trocaram ofensas
Não se olham mais na cara.
Tuas mamas mesmo caíram
Cansaram-se de orgulho e sutiãs.
O teu umbigo neste instante guarda intrigas
Instiga uma doçura irritante.
Não ouso se quer ver teu ventre
Dele não falo mais, não o adentro
Não há falo que seja capaz
Teu corpo, meu amor, morreu pra mim
Velei-o e um dia comum, muito sol
Flores no campo, amores, ardores e noticias ruins.

Valdemir Guimarães

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