Sempre quis falar sobre essa pessoa: Gilberto Passos Gil Moreira. A princípio numa monografia em que eu pudesse tresler sua “musica/poesia” e procurasse revelar ao meu possível interlocutor a beleza contida nos versos e notas que se abstraem depois de criadas e proferidas por esse mestre. Mas, a tempo, poupei aos poucos que me leriam esse vexame, a escrita, nesse caso, borrifaria de úmida ignorância o que já se revelara límpida e afável, mas também, misteriosa, como qualquer boa e simples poesia. “Gilmisterioso”: porque assim é a música de Gil.
Mesmo imbuído dessa certeza quis fazer um ensaio/artigo sobre uma musica/poesia sua, “Eu preciso aprender a ser só”, um clássico do seu vasto repertório, não soou bem, como já previa, no entanto serviu-me para ter um norte certeiro de onde eu jamais tornaria a passar. Hoje, especialmente, porque é carnaval, ou pelo menos estamos sobre a égide do clima carnavalesco, e, embora não nutrindo nenhum sentimento especial por essa festividade, me veio a imagem de Gil e seu Bloco expresso 2222. Pensei alto então, e porque não dizer em palavras miúdas que o carnaval da Bahia e do Brasil brilha mais quando solta da guitarra os acordes de suas canções. É quando a Bahia é mais Brasil, ou Brasil mais Bahia e nordeste e mundo inteiro. Ou “norte da saudade” que me faz moer de vontade de estar lá embalado pelo seu samba e som.
Mesmo imbuído dessa certeza quis fazer um ensaio/artigo sobre uma musica/poesia sua, “Eu preciso aprender a ser só”, um clássico do seu vasto repertório, não soou bem, como já previa, no entanto serviu-me para ter um norte certeiro de onde eu jamais tornaria a passar. Hoje, especialmente, porque é carnaval, ou pelo menos estamos sobre a égide do clima carnavalesco, e, embora não nutrindo nenhum sentimento especial por essa festividade, me veio a imagem de Gil e seu Bloco expresso 2222. Pensei alto então, e porque não dizer em palavras miúdas que o carnaval da Bahia e do Brasil brilha mais quando solta da guitarra os acordes de suas canções. É quando a Bahia é mais Brasil, ou Brasil mais Bahia e nordeste e mundo inteiro. Ou “norte da saudade” que me faz moer de vontade de estar lá embalado pelo seu samba e som.
Gilberto Passos Gil, parece-me, nas raras vezes que o vejo através de comentários ou fotos na internet, cansado. E quem não se cansa?
Melhor mesmo é vê-lo em Louvação, Viramundo, Ladeira da Preguiça, Maracatu Atômico, Ela, Essa é pra Tocar no Rádio ... Seu nome é Gil.
Valdemir Guimarães
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