Venha, mesmo com os olhos úmidos
E aquiesce teu rosto no meu ombro impávido
Não lhe direis palavras eufônicas
Muito menos farei poemas fantásticos
Dos aís, cinzas e blues sigo cálido
Amo às avessas a alegria plástica
E ao soco esquecido no estômago
verta por hora sua enclaustra lágrima
sem perder de vista o riso próspero
das saias de verão ou das luas magicas.
Valdemir Guimaraes
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