Como
se fosse o último poema
O
ultimo beijo, porre ou trago
É
o que trago agora ao peito.
É
um sem jeito para mim
Quase
um defeito que até esqueço
Que
um dia eu já vivi assim.
Se
não fosse a tua boca
Olhos,
seios e ventre
E
esse ai de entre as pernas
O
que faz da humanidade ser eterna
Juro
que até viveria em paz.
Conquanto
não teria um tanto
Da
vista que esta vida ainda me apraz.
Valdemir
Guimarães
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