sábado, 16 de setembro de 2017

Como se fosse o último poema
O ultimo beijo, porre ou trago
É o que trago agora ao peito.
É um sem jeito para mim
Quase um defeito que até esqueço
Que um dia eu já vivi assim.
Se não fosse a tua boca
Olhos, seios e ventre
E esse ai de entre as pernas
O que faz da humanidade ser eterna
Juro que até viveria em paz.
Conquanto não teria um tanto
Da vista que esta vida ainda me apraz.


Valdemir Guimarães

Nenhum comentário:

Postar um comentário