segunda-feira, 14 de novembro de 2016

       
                                                      À Geruza, minha mãe.



 14 de novembro, se não me lembro de outra coisa, nesses normais dias, não esqueço que, se viva você fosse, mais uma ano de vida completaria.
Você foi minha mãe e acredito que sempre será.
Carrego em minha pele teu jeito, cheiro, cor, do teu ser, a mais brava flor.
E certo estou que não sou sem ter sido antes teu filho.
Tudo de bom e de ruim no mesmo cálice,
No mesmo dividido pão, nas linhas tortas de minha mão encontro você. 
Nesse ser que pouco cresceu,
vejo-me eternamente um filho teu.   

Valdemir Guimarães

                                                      

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