quinta-feira, 16 de agosto de 2012


18 de agosto

Pode até não ser virtude sempre
Pois os instantes vão passando e os costumes enveredando e tomando rumos diferentes
Ao ponto de se atribuir ao que era belo e inocente, antes,
Agora ser feio e indecente.
Mas tua maneira incrível de ser exata, bela e fina
Ainda, a retinas comuns, claras, ou e talvez escuras, é um fruto bom e plausível.

Não sei por qual estrada você se leva
ou o que avista os teus olhos de menina
Se há um Deus que te dar ou te nega
Se santo ou entidade te ilumina
Se viu nesse andar tristeza e maldade  
Ou se o amor contigo se afina
Só sei, amiga minha, e isso você sabe também
Pois é professora nesse mundo de ninguém
Que a vida é isso e mais nada
e que quem faz amigo encontra abrigo da chuva que se aproxima

a ti desejam eu e teus amigos próximos só o que há de mais belo e singelo
Que o amor, incompreendido e desejável(espinho, pedra e flor)
no teu colo faça casa e traga consigo o frescor de manhãs e maçãs a quem lhe é bem merecedor.
   
            Valdemir Guimaraes 
                      



                                  



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