segunda-feira, 30 de maio de 2011

Bullying, não! Tolerância e respeito, sim!


Um dos temas mais falados nos últimos dias, seja através dos meios de comunicação, ou, em casa, nas conversas costumeiras, ou, em escolas, tem sido o bullying. A ampliação dessa discussão é sempre louvável, de forma que se chegue a conclusões sérias e funcionais em relação a esses comportamentos agressivos que tem perdurado e se mascarado como natural em nosso meio social.
Não é de hoje, meses, ou anos, o bullying tem se perpetuado há décadas, há centenas de anos no mundo. A violência mundial só tem aumentado e consequentemente vem trazendo suas sequelas, chegando dessa forma nas escolas, no trabalho e nas casas.
É muito comum ouvirmos nos noticiários casos de violência que assolam nossa comunidade, cidade, país e mundo. Aconteceu agorinha mesmo, ali com seu Manuel que foi assaltado, com D. Maria que foi espancada pelo esposo, ou com o seu Vigário, assaltado por viciados do bairro. Ouvimos também que em Brasília ou em São Paulo que um aluno foi agredido em sala de aula por outro, ou, por um professor. Ou, ainda, que estupraram uma menina na escola, ou então, caso mais raro, porém possível, um louco entrou na sala de aula, desferiu contra crianças tiros, matando mais de dez.
O bullying é agressividade, seja ela gratuita, sem motivo aparente, ou não. Pode ser física ou psicológica, praticada por um indivíduo, aparentemente mais forte, ou por um grupo de pessoas em situação favorável, ato covarde.
Os motivos pelas quais os praticante de bullying agem assim, não sabemos ao certo. Podemos supor tantos, mas nunca justificáveis serão esses atos. Já, quem sofre bullying, na escola, por exemplo, pode ter graves sequelas, podendo, esta pessoa, no decorrer de sua vida, tornar-se violento e vingativo.
A escola tem um papel fundamental no combate contra ao bullying. Primeiro, pelo fato de ser um dos ambientes em que mais se manifesta esse tipo de agressão. Depois, por ser um lugar próprio, especial para se educar o bem. A escola pode propiciar ao alunado, que mais tarde será homem ou mulher, profissional, esposo, trabalhador, uma visão mais acurada das relações nas sociedades. Ela pode, como nenhuma outra instituição, acentuar o poder e o dever do respeito entre os cidadãos. Somos todos iguais perante a lei, devemo-nos respeito.
É essa mesma escola, onde o bullying achou casa e morada, que pode alertar aos alunos a perceberem o valor das diferenças, e capturar nelas poesia e vida. E não atenuar indiferença e discórdia, tão comum ao nosso meio.
A violência nunca acabará. No entanto, podemos amenizá-la com atitudes em repúdio ao que se configura. Os homens realmente livres podem abraçar-se sem filete de qualquer rancor. A tolerância é sua bandeira. E o amor lhe cai melhor, é o seu Deus.
Conclamo professores, mestres, políticos, pessoas comuns e todos que acreditam em um mundo melhor. Bullying, não! Desrespeito, não! Tolerância e respeito, sim! O amor vale à pena, a vida vale à pena. Vivamos para fazer do nosso mundo um lugar melhor e aprazível. Não é fácil, ninguém nos disse que seria. Também se o fosse, há muito que seríamos melhores.             


Codó, Ma, 30 de maio de 2011
                                                                   Valdemir Guimarães





domingo, 29 de maio de 2011

Uma Skol e o “Vício Frenético”


Hoje, regado a uma skol, revi “Vício Frenético” e certifiquei-me de que ele é um dos filmes que certamente verei mais algumas vezes. Não é nem um clássico do cinema, mas quem disse que só se rever clássicos? O filme é muito bom, pra mim basta!
É um drama dirigido por Werner Herzog, que assinou direção, entre muitos outros filmes, de  Nosferatu: Phantom der Nacht (1979) e O sobrevivente, 2006. “Vicio frenético”(2009) Traz no seu elenco Nicolas Cage, em uma atuação brilhante, a sempre sensualíssima Eva Mendes e Val Kilmer.
A película, no seu decorrer, pode parecer, para quem está acostumado com filmes de ação estrelados por Nicolas Cage, longo e cansativo, mas sua narrativa consegue prender o público sem ter que ofertar muitas cenas de tiros, murros e mortes. A atuação de Cage é tudo. Talvez sua melhor atuação. Pra mim, a melhor, dos filmes que eu já vi.
Nicolas faz um herói viciado, com falhas, canastrão, mas sobre tudo: herói. Um herói humanizado. Há quem torça pela desgraça do moço (mocinho não cabe a ele),talvez os mais conservadores. Mas eu torci por ele desde o início até o final. Não sei exatamente por que. Talvez pelo fato de ele salvar a vida, logo no introito do filme, de quem não mais a tinha. Isso o redimiu, pra mim, de todos os possíveis pecados que ele cometeria e cometeu.  
Não é um filme para viciados em drogas. Não tem ele a missão redentora de salvar dependentes. O cinema não tem necessariamente de se comportar como autoajuda, embora, em mim, seja bem isso o que aconteça. O cinema é diversão, prazer, reflexão, premonição...Às vezes não é nada disso: somente arte.
Esqueça qualquer opinião contrária. Veja o filme “ Vício Frenético”. Procure-o em uma boa locadora, ou coisa parecida, e veja, reveja, sei lá, mas esteja certo de que não perderá seu tempo. Gostei do filme.
Valdemir Guimarães



sábado, 28 de maio de 2011

os cocais, os ais e eu


É tarde, faz calor em Codó

uma cerveja ia bem para aclimatar-me ao final de semana

no entanto, sorvo um café requentado...

saudade na capital piauiense

mulher, filhos, amigos meus e uma vida que não torno mais

aqui, neste momento, só os ais, eu e os cocais.