sexta-feira, 21 de dezembro de 2012


Sei que aos poucos, com os dias, vou morrendo
Meu vindouro endereço, reconheço com o andar dos passos dados,
dos anos
O meu corpo se distancia cada vez mais de mim
Não me responde bem o coração, o baço, o rim
Mas a vontade, a alegria e o amor são os mesmos
a esmo travam uma pugna diária
nessa história inda sem fim.

Valdemir Guimarães  

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Poeminha para Jo


eu mentiria se dissesse algum dia desses que te conheço de palma e alma.
Isso não é novidade
Até essa idade não sei se alguém, algum dia, conheceu ou foi reconhecido assim.
Mas o que para mim importa nessa jornada
é que descobri em você um quê
Um ar de quem quer e vai além da brisa leve
                          que nos dar o mar
Um aroma que só sente quem sente
ou já viu o amor em Roma
Um estalar de moça cheirando a moça
onde a vida se constrói, reconstrói e se edifica,
enquanto aqui em baixo a indefinição do que se é ou busca inda grita.
Felicidade é tua bandeira, tua flama e cama
Não caberia a outra pessoa esse verso que agora ressoa
Como se não houvesse na vida outro sentimento que traduzisse essa tua imensa vontade de ir, seguir nessa estrada amarela caqui.  
Até ouso dizer que o amor, de uma vez, fez casa aí.

Valdemir Guimarães 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012











Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares
(Rio de janeiro, 15 de dezembro de 1907 - Rio de Janeiro 05 de dezembro de 2012)

O museu Oscar Niemeyer fica em Coritiba capital do Paraná
Mas ele já é mais do mundo do que de qualquer estado.
Olhando o museu, meu amor
Vejo nele tanto dos olhos que Deus te deu.

Valdemir Guimarães